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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fernando de Noronha XVI - Atalaia

Ai, que tristeza...dia de dizer adeus ao paraíso, mas antes mais uma aventura!
Levantei cedooo e o guia estava esperando às 6:40h para fazermos a trilha mais curta do Atalaia.
Não dava para fazer a mais longa, já que tinha que pegar o voo...



O melhor é marcar este passeio com antecedência, pois tem um número limite de pessoas que podem entrar nas piscinas naturais, além disso vai depender da maré e do tempo.
Como não tinha reserva, tive que esperar a inclusão em um dos grupos. Cada grupo sai de 30 em 30 minutos.



Lá mesmo no local dá para alugar máscara e colete salva-vidas, o que achei indispensável, pois temos que flutuar para não pisar nos corais e aí você pensa: mas é claro que sei flutuar e não preciso do colete...pensamento errado!
A piscina é bem rasa, mas o colete neste caso não serve para prevenir afogamento e sim descansar, pois em algum momento você vai cansar e não poderá por o pé no chão.



A trilha até a piscina não é tão simples assim e quem tiver botina própria ou "tênis de guerra" é bom levar! Quando vi que meu tênis lindo e maravilhoso ia para o lixo de tanto barro, tirei na mesma hora e coloquei a minha meia antiderrapante.
Assim que chegamos, ouvimos o que pode e o que não pode fazer e o meu guia foi bem esclarecedor: "os tubarões ficam do lado esquerdo, eles são pequenos e não fazem nada, já estão acostumados..."
Pronto, danou-se! Pelo menos eu já tinha absoluta certeza para qual lado eu iria...direito, é obvio!
O mais incrível é que dá para ver a sombra dos bichinhos do lado de fora da piscina!



É um passeio solitário, pois as pessoas entram juntas e cada um vai para um lado e aí me deparei com peixes lindíssimos, mas confesso que a trilha sonora do filme do Steven Spielberg não parava de tocar nas profundezas da minha mente...


Estava tudo bem, pois permaneci firme e forte do lado direito...mas de repente notei que os peixes sumiram, desapareceram...será que eles se afogaram?
E aí vejo na minha frente dois tubarões, QUE NÃO ERAM PEQUENOS DE JEITO NENHUM! MORRI!



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Fernando de Noronha XV - Aquasub

E vamos para a 2ª parte do passeio de barco da Marlene!


Assim que retornamos para o porto, todos desceram do barco e quem estava agendado para fazer o aquasub (a tal pranchinha) foi para uma embarcação menor, pois não é todo mundo que topa esta aventura.


Não precisa ser surfista e nem saber nadar como o César Cielo para se jogar no mar com a pranchinha! Quem quiser pode usar o colete, só não conseguirá mergulhar!
Todos preparados para as instruções e no meio delas duas pessoas AMARELARAM!
Genteee: não é difícil não!



Entendemos como utilizar o equipamento e como sobreviver...podemos escolher utilizar a pranchinha do lado negativo ou positivo, ou seja, tem um lado que ela mergulha e outro que só fica na superfície para você observar a vida marinha de longe.
São seis pessoas por vez que o barco consegue rebocar e fui logo na 1ª turma!



A sensação é muito boa...você é puxado pelo barco e fica o tempo todo com a máscara dentro d'água para ver tudo o que está lá embaixo. Na minha turma, quase todos viram tubarão e tartaruga e a "mané" aqui só viu peixes. Que bom! Quem disse que eu queria ver tubarão?


Optei por ficar só na superfície e não mergulhar, pois não tenho tanta coordenação motora e respiratória para mergulhar com a máscara e não me afogar. Agora é muito tranquilo ir sem o colete, pois, o tempo todo você flutua na superfície por causa da velocidade do barco que é bem tranquila, por sinal.


Cuidadooo: teve um cara em outra turma que perdeu a sunga...como eu estava na frente do barco não vi este episódio! Biquíni tomara que caia, então...cai mesmo!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Fernando de Noronha X - Jantar no Zé Maria

Às 20:00h fomos para o Festival Gastronômico do Zé Maria que acontece todas as Quartas-feiras e Sábados.
A partir das 20h30 é servida uma entrada e às 21h00 inicia-se a apresentação dos pratos pelo Chef.





Tem que reservar com antecedência pela internet e pagar o valor de R$ 138,98 + 10% = R$ 152,88 por pessoa que inclui os 40 tipos de pratos e a sobremesa. A bebida não está inclusa.
Mesmo pagando este valor, não tem como escolher a mesa e ocasionalmente você pode sentar na mesa com pessoas desconhecidas. O que não é ruim se estiver disposto a conhecer novas pessoas...
O atendimento é de primeira classe e não podia ser diferente...



O próprio Zé Maria é quem apresenta os pratos e faz sala para os turistas, mas desta vez quem desempenhou este papel foi o filho dele, o Tuca, pois parece que ele estava bem ocupado num safári na África...
Após apresentar todos os pratos e fazer umas piadinhas com os turistas, o Tuca soltou uma palavrinha que eu, particularmente, não gostei muito: "avançar!"
Apesar de teoricamente serem pessoas educadas, o ser humano faz qualquer coisa por comida e aí imagina só a confusão de 200 pessoas tentando atacar a mesa...foi um salve- se quem puder!


Não digo que me arrependi, mas não vale a pena para quem não come tannnto assim. Eu teria que ficar dois dias sem comer para poder experimentar todos os pratos servidos...tem desde avestruz até salmão, comida japonesa, peixes, frango, saladas e muito mais!


No final, os garçons elegem a mesa mais simpática que ganha uma estada na própria pousada.
Para saber mais, clique em
http://www.pousadazemaria.com.br/gastronomia.php

domingo, 18 de agosto de 2013

Fernando de Noronha VIII - Ilha Tour 4ª parte

Nossa, esse Ilha Tour não vai acabar nunnnca?
Aqui é assim: tudo explicadinho "tim-tim por tim-tim"!
Mas aproveito para confessar que esse passeio é lonnngo mesmo!





Demos uma "paradinha" para fotos na praia do Leão que tem esse nome por causa da pedra que se você tiver boa vontade e se esforçar bastante, verá um leão deitado.



Segundo o guia, essa praia não é recomendável para banho por ser perigosa. Entre os meses de abril e julho acontece a desova das tartarugas.


A próxima parada foi emoção puuuura!
Baia do Sueste: aqui o guia levou quem "topou" fazer um mergulho para ver as tartarugas marinhas gigantes.
Ele pede para o grupo ficar unido e não tocar em nenhuma tartaruga. Aqui é obrigatório o uso do colete para as pessoas não pisarem nos arrecifes e destruirem a alimentação destes animais enooooormes.



Veja bem, quando eu digo tartaruga: você tem que imaginar que o bichinho é quase que do seu tamanho...


Vi várias delas se alimentando e subindo até a superfície para respirar. Ficamos a poucos centímetros delas, pois é bem rasinho e confesso que em alguns momentos pensei que seria atropelada por elas, pois apesar de estar com pé de pato, a correnteza acaba te levando sem você querer se aproximar tanto assim...
Me disseram que na Baia do Sueste tem muito tubarão, pois eles se alimentam de tartarugas e aí..."grudei" no guia para não surtar de máscara!
Tem gente que viu tubarão, ainda bem que só vi tartaruga.



E para finalizar fomos ver o pôr do sol no forte do Boldró. Neste momento eu já estava para "lá de Bagdá". Ufa! O dia foi cheio...


Quando o restaurante é bom, vale repetir...fomos novamente no Empório São Miguel!


domingo, 11 de agosto de 2013

Fernando de Noronha VII - Ilha Tour 3ª parte



Ainda no Ilha Tour, a 4ª parada foi no Porto para conhecer o buraco da Raquel, nome dado à uma pedra que segundo a longa história do guia: Raquel foi a filha do diretor do presídio. Ele torturava os prisioneiros e a menina cresceu testemunhando estes atos de covardia o que a deixou perturbada e quando ela queria ficar sozinha e fugir da sua realidade ela se escondia neste buraco...até que ela foi descoberta por um funcionário do pai dela. A partir daí, todo prisioneiro que recebia liberdade condicional fazia uma visita no esconderijo não "tão escondido assim" da Raquel que era a única mulher da ilha.


A praia do Buraco da Raquel é repleta de pedras e piscinas naturais e para preservar o local é proibida para o banho. 



Em frente ao buraco da Raquel tem o museu do tubarão.


Achei o lugar pequeno para o tamanho do bicho...


O legal é: tirar fotos com as esculturas;



Aprender um pouco mais sobre "o cara" que muita gente vai procurar em Noronha;




Procurar lembrancinhas...eu não consegui encontrar nenhuma, mas vale procurar;


Comer o bolinho de tubalhão do lugar, que dizem que é a glória absoluta!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Fernando de Noronha VI - Ilha Tour 2ª parte

Próxima parada do Ilha Tour foi na Caçimba do Padre. Aqui também ficamos trinta minutos.



Achei a praia muito bonita, porém perigosa, pelo menos para mim. Correnteza forte, muitos bancos de areia e ondassss para tirar qualquer biquini do seu devido lugar...é realmente um PERIGO!




Voltamos para o centro e na minha avaliação esse foi, digamos, o único defeitinho do tour, pois não tivemos opção de escolha do restaurante. Fomos levados pelo guia para o restaurante do Cachorro e tivemos que comer lá. Não o cachorro, é claro!


Aliás, é engraçado o restaurante ter este nome...pois o que mais tinha lá era gato!


Não que a comida tenha sido ruim, mas imagina quatro carros chegando ao mesmo tempo com um bando de famintos...é claro que o atendimento não dá conta e a comida não foi proporcional com a fome e nem a conta foi proporcional com a quantidade de comida...


Olha aí a vista do restaurante! E a praia? É a praia do cachorro!




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