Moda na bagagem vai sortear uma lembrança exclusiva do paraíso!Esta almofada ou mini travesseiro com desenho da maravilhosa lagoa azul vai "descansar" a cabeça de quem ainda não foi para Jericoacoara (Ceará) e de quem já foi e não trouxe esta recordação do paraíso!
Para participar é fácil: cadastre-se no blog (lado direito); curta a página do Facebook (também do lado direito) e deixe uma mensagem com o seu nome e e-mail no próprio post e já estará concorrendo ao sorteio que será no dia 01/06/13.
O nome do ganhador(a) será divulgado no blog e qualquer pessoa poderá participar e receberá o brinde via Correio.
Participe e dê sorte à sua sorte!
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
domingo, 21 de outubro de 2012
Jericoacoara: natureza, mas, que beleza!
Ir para Jeri é sentir o poder da natureza em todos os
cantinhos desta terra abençoada;
É contemplar paisagens incríveis que parecem que foram
pintadas à mão;

É compartilhar a lagoa com minúsculos peixinhos;
É dar de cara com esse gato, ou melhor, lagarto lindo ao
sair da pousada;
É ver os animais em seus habitats... livres, leves e soltos!
Podia ser: livres, PESADOS e soltos, pois, a falta de chuva está
castigando alguns animais que estavam tãããão magros que não sei como conseguiam parar em pé.
Virei uma super fã de Jeri, mas, por incrível que pareça,
existe uma única coisa que não gostei: ver cavalos sem carne e puro osso serem alugados para
passeios na praia. Carregavam pessoas mais pesadas que eles naquele sol escaldante.
Imaginem a cena de um elefante montado num cavalo, foi mais
ou menos isso que vi...
Alguns trabalhando pesado e outros, só no vidão...me
diverti com a esperteza e simpatia dos cachorros e gatos da vila. A maioria é
de rua e sabe conquistar a atenção dos turistas, por isso, não passam fome e
são super bem tratados por todos.
Parece até que sabem que vivem no paraíso...alguns cachorros
vão para praia tomar sol, nadar e brincar. Depois é só seguir para os bares e
restaurantes que a comida está garantida!
sábado, 13 de outubro de 2012
Jericoacoara – Moda
O que vestir em Jeri? Ou melhor: o que não vestir em Jeri?
Lembre-se: a maior parte do tempo você estará na praia ou
passeando de buggy, então, a mala não precisa estar abarrotaaaada de roupas!
Básico para andar de buggy: biquíni/sunga; short e camiseta
ou canga; protetor solar no corpo, antes de subir no carro; máquina
fotográfica; muita água; toalha; dinheiro; elástico para cabelo e chinelo.
À noite, o povo passeia pelo comércio mais "arrumadinho", ou
seja: short e camiseta ou vestido e tudo acompanhado de...CHINELO.
Não insista em levar salto alto, tamanco, etc...vai de
rasteirinha! A areia da praia não está só na praia, e sim, em toda a Jeri. Até
dentro das lojas, o piso é de areia!
Como venta bastante, leve um agasalho para deixar de “stand by”.
As ruas não têm iluminação, porém, NÃO precisa levar
lanterna, pois, a luz do comércio e das pousadas ilumina todo o caminho. Só
pense na lanterna se você for ficar num lugar isolado, longe de tudo e de
todos, aí pode ficar um tanto escuro...caso você goste do escurinho, esqueça a
lanterna!
domingo, 7 de outubro de 2012
Jericoacoara – 4º dia / parte II
Chegamos da super caminhada até a Pedra Furada com uma fome
de leão marinho e fizemos um “Pit Stop” no Bar do Alexandre, que fica em frente
ao mar, e para a nossa surpresa, estava rolando um som ao vivo do Raul
Seixas...ai, que tudo!
Estávamos com todo o gás e aí fomos direto às compras! É
claro que não pode faltar lembrancinhas para a família e amigos...não se
sentirem tão abandonados e aí vale a mensagem: estive em Jeri e lembrei de
você!
Entramos em toooodas as lojas, uma mais bonita que a outra e
caras também!
Várias lojas passam cartão de crédito e/ou débito, mas leve
dinheiro para não ter erro! Não precisei de banco, mas, disseram que agora já
tem caixa eletrônico do banco do Brasil em Jeri.
Aí vai uma dica de lembrancinhas: chinelo com fotos de Jeri,
camisetas, bonés, chaveiros...
Depois de percorrer todo o comércio de Jeri, estava na hora
de mais um “Pit Stop” para a última refeição do dia.
O pessoal vai jantar todo arrumadinho ...e nós fomos direto
da praia, sem parada para banho e retoques no visual, apenas ao natural com sal!
Escolhemos o bistrôgonoff para fechar com chave de ouro
nossa estada em Jeri. É um restaurante aconchegante e pequeno, por isso, enche
rápido e tem fila de espera. A comida é excelente, adorei e recomendo o salmão.
Voltamos para a pousada arrumar as malas, pois, a aventura
chegou ao fim e ficou um gostinho de “quero mais”!
domingo, 30 de setembro de 2012
Jericoacoara – 4º dia
Aiiiii, último dia no paraíso! Não gosto desta palavra:
“ÚLTIMO”. É só pensar nela que bate um desespero geral para ficar mais tempo no
vidão...e aí, a gente começa a planejar 1001 desculpas para a chefinha querida e
estratégias para não voltar à realidade!
Planejamento da primeira parte do dia: encontrar a famosa Pedra
Furada. Ir para Jeri e não ver a tal Pedra Furada deve ser parecido com: ir para o Rio e não ver o Cristo...
Como o nosso meio de transporte para este passeio é a sola
do pé, dormimos até mais tarde para recarregar a bateria.
Este passeio pode ser realizado de duas formas: pela praia ou
pelo morro. É óbvio que pela praia é mais bonito e mais emocionante, mas, é
necessário levar em conta a tábua da maré, ou seja, só dá para ir pela praia
quando a maré estiver baixa. E o melhor é que dá para saber os horários da dita
cuja. É só entrar no http://www.tabuademares.com/br/ceara/jijoca-de-jericoacoara
e pesquisar.
Fomos com a cara, pé e coragem enfrentar a maré, pois, não
deu para pesquisar antes e contamos com a SORTE que estava do nosso lado!
É uma boa caminhada de mais ou menos duas horas (ida e
volta), dependendo do ritmo, equilíbrio, fôlego, etc...para descansar é só contemplar as
paisagens!
No começo, nível fácil e livre acesso para os marinheiros de
primeira viagem! Quando chegamos mais ou menos na metade do caminho, a coisa complicou...muita
pedra escorregadia e a maré parecia ameaçadora, pois, se ela resolvesse subir,
íamos morrer afogados no meio das pedras do paraíso.
Nestas horas de sufoco nunca aparece ninguém para resolver a
situação e estávamos quase desistindo do desafio...quando eu avistei um menino
vendedor ambulante de água vindo em nossa direção.
Perguntei se a maré estava subindo e se poderíamos passar e
ele gentilmente colocou a caixa de isopor no chão, disse que não havia perigo, pois,
ela estava baixa e nos ajudou a passar. Foi aí que perguntei se não tinha
nenhum guia para nos levar até a Pedra Furada e ele na mesma hora:
-“Eu posso
levar vocês”.
E quanto custa?
–“não precisa pagar nada.”
Tá bom, eu não
preciso, mas, vou pagar...só quero saber quanto custa?
–“quanto você quiser
pagar”.
Jaílson foi a nossa salvação: matou a nossa sede e foi o
melhor guia que eu já tive na vida! Uma simpatia de menino. Estuda e trabalha
para ajudar a família e se comunica com turistas de toda a parte do mundo,
mesmo falando somente o português.
Jaílson mostrou a incrível caverna que você entra por um
lado e sai pelo outro em apenas 5 segundos e ainda garantiu que não tinha
morcegos!
Também mostrou a super piscina no meio das
pedras e insistiu para eu experimentar. Para entrar foi uma beleza, só
pular, agora para sair, não tinha escadinha...aí foi o óóóóó!
Mostrou a pedra que não balança e não cai! É incrível, pois,
ela é sustentada por conchinhas e a força da água não consegue derrubá-la.
Pelo caminho, Jaílson ia mostrando os aquários naturais que são formados pela maré. LINDOS!
Você já pegou um lagostim? Eu só tinha visto esta delícia no
prato e Jaílson com toda a sua habilidade viu o bicho de longe e trouxe para
uma sessão de fotos!
Depois de toda esta aventura, chegamos na Pedra Furada e
realmente é um lugar mágico...uma escultura da natureza.
Para comemorar a nossa chegada nada melhor do que um
mergulho e uma água de coco para prepararmos o corpinho para a volta!
Conhecemos a família de Jaílson que trabalha como vendedor ambulante neste ponto turístico (pai, tio, irmão, primo...) e ele voltou com a gente sempre apontando o caminho mais seguro para passar.
Conhecemos a família de Jaílson que trabalha como vendedor ambulante neste ponto turístico (pai, tio, irmão, primo...) e ele voltou com a gente sempre apontando o caminho mais seguro para passar.
Quase levei Jaílson para casa! Foi o ponto alto do passeio!
Sabem o que ele quer ser quando crescer? Guia em Jeri!
Amorrrrr, você já é!
domingo, 23 de setembro de 2012
JERICOACOARA - 3º DIA / PARTE III
Pense rápido: quantas partes tem um dia?
Em Jeri, têm várias...
Voltamos do passeio de Tatajuba e Clarício nos deixou na praia, onde alugamos cadeira e guarda-sol e ficamos curtindo o sol, o mar e uma batidinha de Kiwi!
Em Jeri, têm várias...
Voltamos do passeio de Tatajuba e Clarício nos deixou na praia, onde alugamos cadeira e guarda-sol e ficamos curtindo o sol, o mar e uma batidinha de Kiwi!
A "procissão" para ver o pôr do sol começa às 17:00h e parece que a cidade inteira tem um encontro marcado.
É um verdadeiro ritual, onde cada um sobe às dunas do jeito que quer e escolhe um lugarzinho para sentar e esperar pelo grande astro no finalzinho da tarde.
Bom, não tem como errar o caminho, é só seguir o fluxo...ou se tiver alguma dúvida, é só ler a placa!
Tem que ter fôlego para subir e força para enfrentar o vento carregado de areia, mas o espetáculo compensa! A areia invade absolutamente tudo...quando você entra no banho é que se dá conta que um caminhão de areia veio junto com você! Na foto acima, têm um tipo de transporte utilizado para descer, mas, como diz o ditado: para descer, todo santo ajuda...
No slide abaixo, algumas fotos do espetáculo que tentam capturar a magia deste momento:
E cada um desce ou se joga do jeito que quiser!
Depois de tudo isso, booora tomar banho e com tanta areia, dá para fazer uma esfoliação de primeira!
Jantar camarão no abacaxi no Dona Amélia e curtir um forró pé de serra é tuuuudo para fechar a última parte do dia com chave de ouro!
domingo, 9 de setembro de 2012
JERICOACOARA - 3º DIA / parte II
De
volta para o caminho até Tatajuba, que é uma pequena aldeia de pescadores que
foi encoberta pelas dunas. Dá para ver as ruínas e coqueiros pela metade da
altura. Mas, Tatajuba foi reconstruída e se transformou na Nova Tatajuba!
Na
minha opinião, o mais legal deste passeio é o próprio caminho, cheio de
paisagens incríveis, que parecem que foram pintadas à mão com uma pitada de
aventura...
Atravessamos
o rio Guriú em embarcações bemmm rústicas...dá até a impressão que o brinquedo
vai quebrar!
Ao
chegarmos no topo de uma duna, Clairton parou para tirarmos fotos e perguntou
se alguém gostaria de descer de esqui bunda, recusamos a oferta, mas, confesso
que achei que existia outro caminho. Quando percebi que aquele era o único, olhei para o Clairton e acho que por algum motivo, expressei “um certo
pânico” e aí ele disse: “Confie em mim”.
Fazer o
que? Confiei, sentei no carro e gritei muiiito!
Lagoa
da Torta, finalmente! Pois, depois de tanta aventura estava “verde” para ir ao
banheiro!
Definitivamente,
nesta lagoa não dá para ver a francesinha do pé, aliás, não dá para ver nada,
pois, a água é turva e não é bonita como as outras.
Fui com
prazer aliviar a tensão e perguntei onde era o banheiro, o garçom apontou e
disse: "é só seguir reto..." aí, tive o imenso desprazer em conhecer o que nomeei
de "casinha do diabo", pois, não tenho coragem de chamar aquilo de
banheiro e acredito que muita gente não tem coragem nem de entrar na tal
casinha...e aí não dá para saber se a água é tão limpa assim...
Para
esquecer de vez este episódio e poupá-los dos detalhes sórdidos... só mesmo uma
cerveja bem gelada, um baião de dois e as paisagens da volta!
E o dia ainda não acabou...
domingo, 2 de setembro de 2012
Jericoacoara - 3º dia
Mais um passeio com o super Clairton e o casal paulistano. Só que desta vez, o destino foi Tatajuba e a lagoa da Torta.
Andar de buggy pela areia da praia, com os cabelos ao vento é uma sensação única de liberdade, ainda mais para quem está acostumada com trânsito e paisagens de prédios e casas por todos os lados...
Fiquei bastante impressionada com a imensidão de água salgada. É um litoral infinito e rico de lindas praias. Virou APA (área de proteção ambiental) em 1984 e é tudo preservado, sendo proibido construir ou poluir nesta área, por isso, são quilômetros e quilômetros de praias limpas, lindas e desertas.
A primeira parada foi para ver o cavalo marinho. É um passeio opcional e o guia leva de barco (sem motor) um grupo por um braço de mar que se transformou em mangue, parece mesmo um rio, com águas calmas.

Valeu super a pena fazer, pois, foi uma verdadeira aventura encontrar o tal cavalo marinho!
No barco estavam o nosso casal companheiro de passeios, um casal de Fortaleza e uma moça que estavam em outro buggy e foi o suficiente para tocarmos uma "zona" no barco! Estávamos tão ávidos para ver o cavalinho que vimos caranguejos, cobra e outros bichos, menos o dito cujo! Já tínhamos desistido de encontrá-lo, quando, no último minuto do 2º tempo, o barqueiro sinalizou ter visto: foi tanta emoção que quase viramos o barco!
Ele não só sinalizou como pegou dois cavalos marinhos: um normal e outro grávido de mais ou menos seiscentos filhotes. Ah, e sabem quem fica grávido? O macho!
A aventura ainda não terminou...no próximo post tem mais!
Fiquei bastante impressionada com a imensidão de água salgada. É um litoral infinito e rico de lindas praias. Virou APA (área de proteção ambiental) em 1984 e é tudo preservado, sendo proibido construir ou poluir nesta área, por isso, são quilômetros e quilômetros de praias limpas, lindas e desertas.
A primeira parada foi para ver o cavalo marinho. É um passeio opcional e o guia leva de barco (sem motor) um grupo por um braço de mar que se transformou em mangue, parece mesmo um rio, com águas calmas.

Valeu super a pena fazer, pois, foi uma verdadeira aventura encontrar o tal cavalo marinho!
No barco estavam o nosso casal companheiro de passeios, um casal de Fortaleza e uma moça que estavam em outro buggy e foi o suficiente para tocarmos uma "zona" no barco! Estávamos tão ávidos para ver o cavalinho que vimos caranguejos, cobra e outros bichos, menos o dito cujo! Já tínhamos desistido de encontrá-lo, quando, no último minuto do 2º tempo, o barqueiro sinalizou ter visto: foi tanta emoção que quase viramos o barco!
Ele não só sinalizou como pegou dois cavalos marinhos: um normal e outro grávido de mais ou menos seiscentos filhotes. Ah, e sabem quem fica grávido? O macho!
A aventura ainda não terminou...no próximo post tem mais!
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