sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Diário de Bordo IV - Las Vegas


Natal sem pernil e com pernão
Em Las Vegas andar é o verbo mais usado, por isso não esqueça o dorflex para continuar andando...
A andança começou cedo e o primeiro hotel a ser explorado foi o próprio Flamingo. Tomei um café da manhã econômico (chocolate quente e salada de frutas) que estava incluso na diária.
E o que tem no hotel? 
FLAMINGOS!
PATINHOS!
E PEIXINHOS!
No Venetian tem lojas e restaurantes cobertos por um teto artificial que engana muito bem e tudo é muito charmoso.


































A decoração dos hotéis é um show à parte e os detalhes fazem toda a diferença, aliás, cada detalhe em LV é uma obra de arte milionária.















Para a minha surpresa, o Sahara que tinha uma montanha russa bem famosa, está abandonado. Chega a ser triste ver a detonação do lugar...e eu fiquei sem montanha russa!
Rumo ao céu para ver LV de outro ângulo...no deck de observação da torre do estratosphere. 
































Fiquei roxa com o maluco que saltou de Bungee jumping. Depois de pronto, o cara simplesmente pulou! Fácil demais..parecia que ele estava descendo um degrau e eu quase MORRI!















Se fosse eu, os monitores teriam muiiiito trabalho!
Para voltar, comprei no próprio ponto de ônibus um ticket 24 horas e parei no Harras para abastecer a barriguinha. Aqui você escolhe se quer almoçar comida salgada ou doce, pois não caberá tudo! Sem dúvida nenhuma, eu escolhi almoçar doce! 
Ai, meu regime!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Diário de Bordo III - Las Vegas

Parto do princípio "báásico" que todo espetáculo do Cirque Du Soleil é show. Fato.
O show love é bem bacana, mas confesso que não amei! 



Na minha humilde opinião, acho que faltou uma atração principal ou algum número que fizesse a platéia delirar...
Tudo bem que a ideia é homenagear os Beatles, mas faltou um "algo mais". Não teve nenhum momento "delírio" e sinceramente o show perde o potencial por não ter banda ao vivo. 
Talvez eu tenha ido com uma super expectativa e aí não "rolou" tannnta empolgação...


Olha aí a lojinha dos Beatles. O clima é "remember" total!
Quem compra pela internet, precisa ir com antecedência até a bilheteria para retirar os ingressos e é tudo muito rápido: fila e atendimento.
O que vestir? Dá absolutamente de tudo e é até divertido ver o desfile de moda. Cada um com seu estilo, coragem, perfume, etc...
Digo "coragem", pois fui para Las Vegas em dezembro, enfrentei um frio de 5Cº e vi "modelitos" bem ousados para a época! 
Voltando à pergunta, acredito que o lugar pede um visual "arrumadinho", social-chique, mas sem exageros. No inverno, muitas botas e casacos lindíssimos arrasaram na passarela.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Diário de bordo - II Las Vegas

Primeira "parada", quero dizer, corrida...Cidade do Mexico! Corri tanto que nem vi o aeroporto, pois a conexão foi bem apertada POR CAUSA DA ALTERAÇÃO DA AEROMEXICOOOO!


Após 13 horas "in the air" e quase 24 horas em trânsito, cheguei ao destino final: A CIDADE DAS LUZES: Las Vegas!
Dizem que dá para ver as luzes de LV da lua, quem será que viu e disse isso? Sei lá... Mas, o fato é que ela é a melhor ruazinha no meio do nada (desertão) e vou tentar explicar o porquê.
LV continua linda...a primeira vez, fiquei no hotel Luxor (que na minha opinião é o mais bonito de todos) e desta vez, escolhi o Flamingo, principalmente, pelo custo-benefício. É um hotel com bom preço e excelente localização, pois fica no meio da avenida mais famosa do mundo: Strip.
Ao chegar no aeroporto, optei pelo shuttle por ser mais econômico, mas, achei que vale pagar mais pelo táxi e chegar mais cedo no hotel, ao invés de ficar "rodando feito peru" por aí.


Definitivamente, o Flamingo é para quem é vaidoso(a). No quarto tem dois espelhos gigantes e no banheiro mais um enorrrme. Muito bom! Sem luxo, mas tem tudo o que preciso: muitos espelhos!


Uma dica para quem gosta de carros, retire seu ingresso do "The Auto Collections" na internet e não pague nada o passeio pela maior exposição de carros antigos do mundo. O cara que estava na minha frente na fila pagou 11 dólares pela entrada e eu não PAGUEI NADA! Amei isso!


Ah, nos EUA, não se fala a palavra: "antigo" e sim, Clássico! Portanto é a maior exposição de carros clássicos do mundo.


Não entendo muito de carros, principalmente, dos que não fazem parte da minha época...mas, a exposição é demais! Esse aí é um Ford Thunderbird.


Este aí foi do Presidente John F. Kenedy e é uma Limousine. Como eu sei tudo isso? Tem todas as informações nas plaquinhas!


Esta aí é super equipada e uma gracinha! Ameiiii! Quem dirige não bebe e quem vai de carona, enche a cara!


Este é um Lincoln Continental e foi do Elvis Presley. Não adianta querer comprar, pois não está à venda!


Muitos carros estão à venda por preços que nem sei pronunciar. Tem carro de tudo quanto é jeito, cores, tamanhos e modelos, dos mais feios até os mais interessantes e extravagantes...
Atenção: O hotel onde ficava a exposição (Imperial Palace) não existe mais. Eles estão reformando o local que terá outro nome, mas, o endereço continua o mesmo: 3535 Las Vegas Blvd (fica na própria Strip, ao lado do hotel Flamingo). Saiba mais no endereço: http://www.autocollections.com


Depois deste passeio ao passado, fui até o Mirage para retirar os ingressos do show "love" que comprei pela internet. Adorei o clima do hotel e do casino e resolvi jantar lá mesmo, uma pizza deliciosa no restaurante Califórnia no meio do buchicho geral.


 O momento glorioso foi a sobremesa que tirou o fôlego de tão gostosa. E é claro que para comemorar a chegada aos EUA, nada melhor do que uma budweiser!


Agora é banho e preparar para amar o "love"...







domingo, 23 de dezembro de 2012

Diário de bordo - dia 23/12

Este ano abandonei um hábito antigo: usar relógio.
Não deixei de gostar do acessório, mas simplesmente, a minha equipe de relógios resolveu se rebelar contra a minha pessoa... pararam de funcionar ao mesmo tempo!
Mas, por que estou contando isso? Para explicar que mesmo não usando relógio fiz uma contagem regressiva para a viagem de final do ano...contei minutos e segundos, mentalmente!



Voar pela AeroMexico é emocionante, mesmo antes da viagem.
Comprei a passagem no início do ano e o horário do voo foi alterado 4 vezes, sendo que a última alteração ocorreu no dia do embarque.
Foi super legal chegar no aeroporto às 20:00h e receber a notícia que o voo mudou das 23:55 para às 4:00. Nem teve como "rodar a baiana" com a atendente, pois ela foi eleita por mim, a "miss simpatia" da aviação!
Check-in feito e o jantar no Viena foi por conta da companhia aérea..agora é só esperar pelo "trem" e dormir sentado ou esperar sentado e não dormir...

domingo, 16 de dezembro de 2012

Encontrando a Paz em São Francisco Xavier / parte VII

No dia seguinte, resolvi fazer uma "parada" que simplesmente AMO: andar a cavalo.
Como uma "menina" da cidade grande que sou, não tenho muitas oportunidades de cavalgar.
Escolhi a cavalgada até a pedra redonda. Este passeio tem três horas de duração, o que me fez pensar que a tal pedra deve ter saído rolando, pois leva-se muito tempo para encontrá-la.
O agendamento é feito na própria pousada e fui de carro até a fazenda Santa Cruz que fica a uns 10 minutos. 


Quando cheguei, uma moça abriu a porteira e me orientou a esperar na baia pelo guia. Tinha muita gente para fazer o passeio: SÓ EU! 


Levei um susto quando o tal guia apareceu cavalgando e tive alguns segundos de imaginação bem fértil...acho que tenho assistido muito filme ou realmente a cena foi, digamos, chocante!
O Ernandes estava de boné, óculos escuro, blusa de manga longa e um FACÃO ENORME na cintura. 
Fiquei bege num primeiro momento e depois pensei: MORRI!


Ele me apresentou a Escuna e fomos em direção à mata fechada, ele com seu FACÃO e eu com um medão...


Comecei um papo que me arrependi redondamente. Comentei que havia escutado um barulho que parecia ser uma conversa bem agitada entre macacos e ele disse que era sim, com certeza, pois nesta região têm muitos macacos. Foi aí que a "mané" aqui perguntou: 
- E quais são os outros animais característicos desta região? 
Ele respondeu com toda a sinceridade e naturalidade do mundo: 
- Onça.
MORRI, de novo!
Ele percebeu que fiquei tensa e tentou me tranquilizar: 
- elas não são vistas durante o dia... Com certeza isso não ajudou em nada!


A cavalgada não é simples, ou seja, não é para marinheiros de primeira viagem que nunca "pilotaram" um cavalo. Como vocês já entenderam é no meio da mata fechada numa subida íngreme, com muitas pedras pelo caminho e onças famintas esperando a comida...
O Ernandes foi na frente e usou o FACÃO várias vezes para abrir caminho, ufa! Eu logo atrás com a escuna e em vários momentos da aventura, quando ouvia um barulho, olhava logo para trás para ver se a onça não estava me perseguindo!
Pena que não deu para tirar foto do maior sapo que já vi, aí vocês terão que acreditar em mim: ele era quase do tamanho da Escuna...rssss


Chegamos no final da trilha, "estacionamos" os cavalos e continuamos a pé subindo muitos degraus rumo ao céu...


Longe de tudo e perto de Deus...esta é a sensação ao chegarmos na pedra redonda e na pedra partida. A onça e o FACÃO ficaram pequenos diante daquela paisagem gloriosa e vale muiiiiito a pena esta aventura.


Durante o meu momento contemplação e meditação, ouvi um bater de asas enorrrrmes bem ao meu lado...MORRI! Deve ser uma águia gigante que veio me pegar para me levar de comida para os seus filhotes...não era uma águia, mas, um simpático urubu que pousou na minha frente e ficou me encarando...trocamos algumas idéias e acho que estava precisando de um banho urgente!


O Ernandes é um FOFO² e na volta me me levou até uma cachoeira que é a piscina  natural dele e de sua família. Olha ele aí!


Super recomendo esse passeio com o Ernandes, desbravador da floresta encantada!
Cheguei na pousada com dores até no fio do cabelo...morrrrrta, mas, feliz da vida e isso não tem preço!


"Pit stop" para o almoço: minha primeira vez com o saboroso arroz preto.


Para melhorar as 554 dores espalhadas pelo corpo nada melhor do que uma massagem relaxante com a super Renata numa cabana no meio da mata ouvindo o som do riacho. Queria levar a cabana, o riacho e a Renata para casa...


Fim da nossa estada nesta pousada maravilhosa e lugar mágico! Passamos pelo centrinho e paramos para conhecer duas lojinhas e aí...realidade lá vamos nós!


Encontrando a paz em São Francisco Xavier / parte VI

À tarde, eu e a Adri resolvemos voltar sozinhas na cachoeira a Rosa, pois tudo o que é bom, merece um repeteco...




Eu estava na frente e dei uma parada brusca, foi quando internalizei meu grito e pensei: a Adri tem verdadeiro PAVOR de cobra, eu também não sou fã...mas, esperei alguns segundos para ver o que aquele filhote de cobra (não entendo nada, mas parecia um filhote...) iria fazer.
Ela percebeu a minha presença, mas, não saiu do caminho.
Aí a Adri perguntou: - Por que você parou?
Falei com toda a delicadeza do mundo para não assustar: - "É que tem uma cobri..." não consegui terminar a palavra, pois a Adri deu meia volta e saiu correndo! Que cachoeira que nada! Com cobra ou cobrinha não tem a menor chance de continuar...
Acho que a cobra foi um aviso, pois minutos depois começou a chover intensamente...


Pegamos mais filmes e esperamos pelo glorioso horário da massagem que havíamos agendado.
Eu fiz prediluvio com reflexologia, ai, que tudo! Você coloca os pés na água bem quente e aromatizada com lavanda e flores. O cheirinho já tem o efeito instantâneo de acalmar. Depois de 15 minutos, o Sr. Armando volta para cuidar dos pés. 
Saí outra pessoa da massagem e com novos pés!
Agora vem a parte tão esperada do dia: COMIDA!


Antes de jantarmos presenciamos a contemplação do fogo, que segundo o proprietário deste lugar mágico, ajuda a acalmar e a relaxar, pois o fogo tem o poder de hipnotizar as pessoas que ficam ao seu redor. Vimos o espetáculo saboreando um bom vinho para abrir ainda mais o apetite...


O pudim quase que fizemos igual a Ana Maria Braga e comemos embaixo da mesa, mas era muito "trampo", então resolvemos pedir mais um, ou melhor, mais dois!

Encontrando a Paz em São Francisco Xavier / parte V

Como o tanque estava cheio, aproveitei a programação do hotel e fiz uma trilha MARAVILHOSA com o o fofo do Léo,  nosso guia e garçom nas horas vagas, dois casais e uma moça - tudo gente boa!


Olha aí a horta da pousada.


No meio do percurso, alguns novos amigos interessantes e paisagens relaxantes.


Chegamos na primeira cachoeira: a Rosa. Só o barulho da queda d'água é uma massagem cerebral. Como ver uma benção da natureza e não aproveitá-la de corpo e alma? 

Fui a primeira do grupo a me jogar na água congelante, mas depois de alguns segundos, já não senti mais nada: os bracinhos, as perninhas, o corpinho inteiro estava anestesiado mas, muiiiito feliz por estar ali.


Rumo a segunda cachoeira: o Rei. Segundo a Marli, o rei fica ajoelhado aos pés da Rosa. Amei!


O acesso ao Rei é mais difícil, até parece que ele reina absoluto em seu trono sem interferências de simples mortais como nós. Não quisemos arriscar a entrada.
Fim da trilha e o Léo nos deixou acabados de volta ao hotel.
Durante todo o percurso, tivemos a agradável companhia dos dois cachorros do hotel que foram adotados e sabem que moram no paraíso, tinham vários papéis: guias, seguranças e membros da excursão, pois aproveitaram cada momento do passeio.


A hora do almoço foi para mim um momento de êxtase absoluto. O garçom anunciava o cardápio e ia trazendo conforme a nossa vontade. Cada prato uma surpresa linda e gostosa.


Desta vez, veio uma feijoada "natureba" que não deve nada para a "feiju" real. 
Cada sobremesa, um "flash": sorvete de creme com calda de amora colhida na própria fazenda, babem!





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