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domingo, 16 de dezembro de 2012

Encontrando a Paz em São Francisco Xavier / parte V

Como o tanque estava cheio, aproveitei a programação do hotel e fiz uma trilha MARAVILHOSA com o o fofo do Léo,  nosso guia e garçom nas horas vagas, dois casais e uma moça - tudo gente boa!


Olha aí a horta da pousada.


No meio do percurso, alguns novos amigos interessantes e paisagens relaxantes.


Chegamos na primeira cachoeira: a Rosa. Só o barulho da queda d'água é uma massagem cerebral. Como ver uma benção da natureza e não aproveitá-la de corpo e alma? 

Fui a primeira do grupo a me jogar na água congelante, mas depois de alguns segundos, já não senti mais nada: os bracinhos, as perninhas, o corpinho inteiro estava anestesiado mas, muiiiito feliz por estar ali.


Rumo a segunda cachoeira: o Rei. Segundo a Marli, o rei fica ajoelhado aos pés da Rosa. Amei!


O acesso ao Rei é mais difícil, até parece que ele reina absoluto em seu trono sem interferências de simples mortais como nós. Não quisemos arriscar a entrada.
Fim da trilha e o Léo nos deixou acabados de volta ao hotel.
Durante todo o percurso, tivemos a agradável companhia dos dois cachorros do hotel que foram adotados e sabem que moram no paraíso, tinham vários papéis: guias, seguranças e membros da excursão, pois aproveitaram cada momento do passeio.


A hora do almoço foi para mim um momento de êxtase absoluto. O garçom anunciava o cardápio e ia trazendo conforme a nossa vontade. Cada prato uma surpresa linda e gostosa.


Desta vez, veio uma feijoada "natureba" que não deve nada para a "feiju" real. 
Cada sobremesa, um "flash": sorvete de creme com calda de amora colhida na própria fazenda, babem!





domingo, 21 de outubro de 2012

Jericoacoara: natureza, mas, que beleza!


Ir para Jeri é sentir o poder da natureza em todos os cantinhos desta terra abençoada;
É contemplar paisagens incríveis que parecem que foram pintadas à mão;











É compartilhar a lagoa com minúsculos peixinhos;


É dar de cara com esse gato, ou melhor, lagarto lindo ao sair da pousada;


É ver os animais em seus habitats... livres, leves e soltos!


Podia ser: livres, PESADOS e soltos, pois, a falta de chuva está castigando alguns animais que estavam tãããão magros que não sei como conseguiam parar em pé. 


Virei uma super fã de Jeri, mas, por incrível que pareça, existe uma única coisa que não gostei: ver cavalos sem carne e puro osso serem alugados para passeios na praia. Carregavam pessoas mais pesadas que eles naquele sol escaldante.
Imaginem a cena de um elefante montado num cavalo, foi mais ou menos isso que vi... 

Fiquei revoltada com o trabalho escravo dos cavalos, mas, encantada com a liberdade dos cães e gatos.
Alguns trabalhando pesado e outros, só no vidão...me diverti com a esperteza e simpatia dos cachorros e gatos da vila. A maioria é de rua e sabe conquistar a atenção dos turistas, por isso, não passam fome e são super bem tratados por todos.
Parece até que sabem que vivem no paraíso...alguns cachorros vão para praia tomar sol, nadar e brincar. Depois é só seguir para os bares e restaurantes que a comida está garantida!


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